segunda-feira, 19 de dezembro de 2022
terça-feira, 6 de dezembro de 2022
quarta-feira, 30 de novembro de 2022
quinta-feira, 24 de novembro de 2022
No dia, 21 de novembro, segunda-feira aconteceu o lançamento do livro intitulado Retratos dos anônimos da história no painel romanesco de Inferno provisório. Este livro é fruto de uma tese de doutorado, na qual Luciane Figueiredo Pokulat apresentou sua leitura crítica de um projeto literário criado pelo escritor mineiro Luiz Ruffato denominado Inferno Provisório. Tal projeto é formado por um conjunto de 38 narrativas independentes distribuídas em cinco romances, também independentes, que, juntos, formam aquilo que a autora denominou de painel romanesco. A análise literária é feita sob a consideração de ser uma “história a contrapelo”, conforme o conceito de Walter Benjamin. A autora preocupa-se em realizar uma reflexão sobre o contexto histórico e social representado na obra de Ruffato, investigando fatos e personagens selecionados pelo autor para figurar em sua obra literária.
quarta-feira, 23 de novembro de 2022
RESULTADO FINAL INGRESSO E REINGRESSO (EAD) 2º/2022 EDITAL 060/2022 / CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA POLO UAB DE SEBERI
Orientações para confirmação de vaga no edital: https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/342/2022/10/Edital_060_2022_Prograd_Orientacoes-confirmacao-de-Vaga-e-Listagem-Pendencia-Documental.pdf
Período para os candidatos classificados solicitarem a Confirmação de Vaga, via
web: 23 a 25 de novembro.
segunda-feira, 14 de novembro de 2022
A exposição “Identidade dor” constitui-se pela Série Garoto-cacto, trabalhos fotográficos que apresentam a Identidade Poética originada a partir do ofício de cacticultor e que foi criada durante o isolamento pandêmico, no ano de 2021. O ensaio fotográfico, por sua vez, integra a pesquisa em Poéticas Visuais intitulada “O espinho que (trans)brota do pensamento ao corpo”, em andamento no curso de Doutorado em Artes Visuais pelo PPGART/UFSM. As obras discutem as relações entre Dor, Corpo e Identidade. No processo, espinhos pigmentados artificialmente (retirados da espécie Cylindropuntia tunicata) são amarrados ao próprio corpo por fios. A ação de espetar/ferir-se proporciona uma experiência de dor e questões sobre identidade emergem enquanto ganha-se visualidade com cada aréola de aguilhões (contendo os espinhos) junto ao corpo modelado. Cria-se uma simbiose entre os espinhos artificializados da planta e a pele. A subjetividade corporal acaba sendo potencializada tanto pela experiência íntima quanto pelo próprio corpo que sofre a ação.





















